Nossa história
Nascemos de conversas que precisavam de um lugar para acontecer
A Taquara surgiu quando um grupo de profissionais de Santos percebeu que as discussões mais interessantes sobre IA aconteciam nos corredores, não nos eventos.
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Como a Taquara começou
Em 2023, um grupo de seis profissionais de Santos — de áreas que vão da saúde à logística — começou a se encontrar informalmente toda última terça do mês para trocar experiências sobre como estavam usando ferramentas de inteligência artificial no trabalho. O espaço era uma sala de reunião emprestada; o café, por conta própria.
O que chamou atenção não foi a tecnologia em si, mas o quanto cada pessoa tinha aprendido coisas que as outras não sabiam — e o quanto essa troca resolvia problemas práticos que nenhum tutorial online conseguia endereçar. As perguntas vinham de contextos reais: "Como explicar para o meu time por que o output mudou?", "Que critérios uso para revisar o que a ferramenta gera?"
A Taquara nasceu em 2024 como uma estrutura simples para manter esses encontros funcionando, com facilitação, registro e alguma continuidade. O nome vem de uma árvore da Mata Atlântica cujos caules crescem juntos, formando estruturas que se sustentam mutuamente — uma imagem que pareceu certa para o que estávamos construindo.
O que nos orienta
Nossa missão e valores
Crescimento coletivo
O que cada membro aprende enriquece o grupo. Compartilhamos reflexões, não apenas resultados.
Honestidade sobre o que funciona
Não vendemos entusiasmo nem ceticismo. Falamos sobre o que as ferramentas fazem bem e onde têm limites.
Enraizamento local
Somos uma comunidade de Santos. Os encontros presenciais são parte do que torna as trocas genuínas.
Acessibilidade de verdade
Participar não exige cargo específico nem background técnico. Exige apenas que você trabalhe com essas ferramentas ou queira entender como outros trabalham.
Quem facilita
As pessoas por trás dos círculos
Camila Ribeiro
Facilitadora principal
Trabalha com análise de dados em saúde há oito anos. Começou a usar ferramentas de IA para acelerar revisões de laudos e hoje facilita discussões sobre o uso responsável dessas ferramentas em contextos regulados.
Marcelo Santos
Mentor — Trilha de Mentoria
Engenheiro de software com passagem por startups de logística portuária. Acompanha profissionais que querem integrar ferramentas de linguagem em fluxos de trabalho técnicos e não técnicos.
Luiza Ferreira
Coordenação e parcerias
Gestora de projetos com experiência em organizações educacionais. Cuida da organização dos círculos, do relacionamento com parceiros corporativos e do registro das sessões.
Como trabalhamos
Padrões que orientam nossa prática
Privacidade nas discussões
O que é dito nos círculos fica nos círculos. Não há gravação das sessões; o resumo escrito é revisado pelo facilitador antes de circular.
Facilitação estruturada
Cada sessão segue um roteiro acordado com o grupo. A facilitadora garante que todas as vozes sejam ouvidas e que a discussão avance com foco.
Transparência sobre limitações
Quando uma ferramenta ou abordagem tem limites conhecidos, falamos sobre eles abertamente. Não há pressão para apresentar resultados positivos.
Diversidade de perspectivas
Buscamos ativamente membros de diferentes setores e funções. A riqueza das trocas depende de pessoas que chegam com contextos distintos.
Proteção de dados dos membros
Dados pessoais de membros são usados exclusivamente para gestão da participação. Não compartilhamos listas nem informações de contato entre organizações.
Registro com rigor editorial
Os resumos das sessões passam por revisão antes de serem enviados. O objetivo é capturar o que foi discutido com fidelidade, não produzir marketing.
Comunidade de IA em Santos: um espaço para profissionais que trabalham com ferramentas de linguagem
A Baixada Santista tem uma concentração notável de profissionais que lidam com processos complexos: logística portuária, saúde, educação, serviços financeiros. São contextos em que a adoção de ferramentas de inteligência artificial apresenta desafios específicos — de governança, de comunicação com equipes, de avaliação de resultados.
A Taquara existe para que esses profissionais possam trocar experiências em um ambiente de pares, fora da dinâmica de fornecedor e cliente. Nos círculos mensais, o que conta é a experiência prática de quem usa as ferramentas, não a perspectiva de quem as vende.
Na Trilha de Mentoria, o acompanhamento individual permite que cada participante trabalhe sua situação concreta com o apoio de alguém que passou por desafios parecidos. Não é formação acadêmica nem consultoria; é conversa qualificada sobre o trabalho real.
Para empresas, a Parceria Corporativa oferece uma forma de manter equipes conectadas a discussões atuais sobre o tema sem precisar contratar treinamentos pontuais. A participação contínua tende a produzir resultados mais duradouros do que eventos isolados.
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